Uma das incorporadoras de atuação exclusiva com produtos desse tipo é a Vibra, que ergue o Parque Vila Sônia, a minutos do Parque Chácara do Jockey, e o Estação Vila Sônia, a 600 m do metrô. Somados, ambos têm quase 1.200 apartamentos distribuídos por três espigões de 22 andares.
A proximidade com estações da linha 4-amarela do metrô é usada como trunfo de vendas. No caso do Parque Vila Sônia, é a futura estação Chácara do Jockey, prevista para 2030, que deve ficar na cara do gol.
Para Rodrigo Tarabori, sócio da Vibra, os dois empreendimentos têm atraído compradores das cidades vizinhas de Taboão da Serra, Cotia e Embu, conectadas por estradas que nascem das grandes vias que cruzam o distrito, como as avenidas Francisco Morato e a Eliseu de Almeida.
A Even, que tem produtos mais voltados para o alto padrão em bairros como Pinheiros e Vila Madalena, também marca presença na região com seu Modo Butantã, a 300 metros da estação Vila Sônia, com apartamentos de 54 e 68 m² e preços na casa dos R$ 600 mil.
No mercado secundário, a Loft, com base no recolhimento do ITBI (Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis) à prefeitura paulistana, aponta que o tíquete médio de venda de imóveis no primeiro semestre de 2026 foi de R$ 638 mil, valor muito semelhante ao de dois anos antes.