Segundo a representação, dados da SPTrans indicavam que 9.892 dos 13.790 ônibus da frota estavam em circulação às 13h20, enquanto 3.898 permaneciam nas garagens . A decisão da Justiça Eleitoral, proferida na sexta-feira (23), determinou que o serviço operasse com frequência compatível à dos dias úteis e estabeleceu multa pessoal de R$ 100 mil ao prefeito e ao presidente da SPTrans em caso de descumprimento.
O pedido também cita denúncias de que Nunes teria convocado servidores comissionados para trabalhar pela candidatura de Flávio Bolsonaro ( PL ) à Presidência. Segundo a representação, funcionários teriam sido pressionados a participar de atos de campanha. A Justiça do Trabalho já havia proibido a Prefeitura de exigir ou pressionar servidores e terceirizados a participar de eventos eleitorais, sob pena de multa diária de R$ 50 mil.
A vereadora pede que a Câmara Municipal admita a denúncia e instaure uma comissão processante para apurar as acusações. A perda do mandato depende de aprovação de dois terços dos vereadores.
Procurada, a assessoria de Ricardo Nunes afirmou que não houve descumprimento da decisão judicial e que a SPTrans foi notificada no sábado (24).