O tema foi anunciado pelo ministro da Educação , Leonardo Barchini.
Nos últimos anos, o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), órgão responsável pela prova, tem escolhido temas ligados à visibilidade de grupos sociais historicamente marginalizados, como "Perspectivas acerca do envelhecimento na sociedade brasileira" (2025), " Desafios para a valorização da herança africana no Brasil " (2024) e "Desafios para o enfrentamento da invisibilidade do trabalho de cuidado realizado pela mulher no Brasil" (2023).
O tema da redação é tradicionalmente um dos momentos mais comentados do exame, tanto entre candidatos quanto entre professores e especialistas, por refletir debates sociais, culturais e políticos atuais.
A tarefa exige dos participantes a produção de um texto dissertativo-argumentativo , conforme o formato tradicional do exame, que deve defender um ponto de vista sobre o tema proposto, com base em argumentos consistentes e uma proposta de intervenção que respeite os direitos humanos.
A correção da redação considera cinco competências, que avaliam desde o domínio da norma padrão até a capacidade de propor soluções viáveis e éticas. São elas:
Competência 1: Domínio da norma culta escrita.
Competência 2: Compreensão e desenvolvimento do tema.
Competência 3: Organização e defesa de argumentos.
Competência 4: Coesão e coerência na argumentação.
Competência 5: Proposta respeitando direitos humanos
Cada competência vale até 200 pontos, somando um total máximo de mil pontos.