A prioridade deve ser a segurança pública, sem a qual não há saúde mental para discutir um projeto de país decente. Ana Paula Buso (São Paulo, SP)
Despolarizar a nação. O Brasil é um só e deve permanecer unido! O sentimento de patriotismo comum de uma nação é a chave para o seu crescimento se administrado adequadamente. Samuel Alexander Pimenta Ribeiro (Oliveira, MG)
A redução da carga tributária, que incide pesadamente sobre o consumo dos mais vulneráveis. Guilherme Micota Stipp (Curitiba, PR)
Segurança pública e investimento na saúde de pequenas e pobres cidades, com médicos especializados. Antonia de Araujo Lima (São Roberto, MA)
O foco deve ser os projetos sociais , porque o governo deve priorizar quem mais precisa. Juliana M. Ribeiro (São Paulo, SP)
Fortalecer e atualizar a rede de políticas e programas sociais visando à redução estrutural da pobreza. A miséria está na origem de muitas das nossas dificuldades em termos de segurança pública, educação, trabalho e saúde. Mônica Damous Duailibe (São Luís, MA)
Combater as milícias, uma facção que praticamente não é citada. Jurandir Antunes de Camargo (Cidade Ocidental, GO)
Um plano econômico protecionista . Oferecer melhores condições de moradia, transporte e alimentação para todos. É preciso estimular a circulação de renda dentro dos limites nacionais e melhorar o bem-estar social. Leonardo Andrade Leite (Osasco, SP)
Garantir o Estado Democrático de Direito . O atual cenário político nacional e internacional requer uma defesa intransigente das instituições democráticas. A democracia no Brasil está ameaçada e defendê-la é fundamental para alcançar progressos na economia, segurança pública, educação, etc. Estamos em um momento singular da história da humanidade, no qual não é possível relativizar ou negligenciar garantias básicas. Anna Rachel Mazoni (Belo Horizonte, MG)
Definir estrategicamente um plano de governo. É essencial ter metas definidas e um ponto de partida, além de dar continuidade aos projetos dos iniciados, ou todo o trabalho se perde. Gisele Couto (Volta Redonda, RJ)
A diminuição do desemprego e a promoção de segurança nas ruas. É preciso que a população possa sair de casa sem medo. Paulo Sergio Henrique de Souza Moraes (São Paulo, SP)
Vejo três pilares essenciais: a segurança pública, o custo de vida e a segurança jurídica. Passou da hora de reconhecer as facções como narcoterroristas e diminuir a maioridade penal; a insanidade fiscal inviabiliza o consumo e o crédito; sem uma reforma judiciária e impeachment, pelo menos de Moraes, viveremos em areia movediça jurídica eterna. Maicon Custódio (Governador Valadares, MG)
Trabalhar pelos mais pobres e cortar emendas de políticos. Moisés da Silva Costa (Pedra Branca, CE)
O meio ambiente e a economia, ambos diretamente associados. Com os desastres batendo à porta, é inviável ignorar a área ambiental e deixar que um episódio como o das enchentes no Rio Grande do Sul se repita por mero despreparo ou falta de planejamento orçamentário. Gabrielly Paulo de Oliveira Pacheco (Maricá, RJ)
Inflação. O custo de vida está muito alto! Luiz Carlos Furtado (Caçador, SC)
Industrialização, pois representa soberania e salto em tecnologia. Caio Cesar Félix da Silva (Resende, RJ)
Diminuir as desigualdades, promover políticas públicas que favoreçam os direitos do trabalhador, das mulheres e das crianças, garantir saúde, educação, habitação e vida digna, bem como a soberania e o desenvolvimento do Brasil. Sara Domingues Sallum (São Paulo, SP)
Chegou a hora de olhar para a classe média, que sustenta a economia. Sou a favor das políticas de esquerda, da redução das desigualdades e de iniciativas que garantam dignidade aos mais pobres e aos grupos historicamente marginalizados. Um governo deve olhar para quem mais precisa. Isso não significa que a classe média trabalhadora deva ficar invisível. As políticas públicas costumam se concentrar nos extremos: os mais pobres, que merecem proteção, e os grandes grupos econômicos, que têm influência. Entre os dois, há uma população enorme que trabalha e tenta melhorar de vida sem encontrar políticas adequadas. Não defendo retirar direitos dos mais pobres; defendo que avancemos em todas as frentes. Tenho duas graduações, uma delas financiada pelo FIES. Me qualifiquei e sigo trabalhando, mas recebo salários que nem sempre correspondem à minha qualificação. Não sou vulnerável o bastante para acessar algumas políticas, mas também não tenho renda para viver com tranquilidade ou construir patrimônio. E essa não é uma realidade só minha: ter carro não é ter patrimônio, pagar escola particular não é ter dinheiro sobrando, ter diploma não é ter um bom emprego. Defendo a ampliação de acessos e a discussão da criação de vagas, da valorização profissional, dos salários, dos programas de crédito, etc. Erika Fernandes Souza (Belo Horizonte, MG)
Melhorar a vida dos trabalhadores e aposentados brasileiros. Valorizar a população, o povo trabalhador, pensando em sua felicidade e saúde. São eles o Brasil! Selma Aguiar (Porto Alegre, RS)