A prisão ocorreu na região do Jaguaré, zona norte da cidade de São Paulo.
A advogada e o filho foram encontrados mortos no apartamento em que moravam em Cotia, na Grande São Paulo , na noite de terça-feira (3).
O empresário estava com prisão temporária decretada e constava na lista de procurados da Interpol. A reportagem não conseguiu localizar a defesa do suspeito.
Conforme a delegada Mônica Gamboa, titular da Delegacia de Polícia de Cotia, após a captura, o suspeito seria conduzido à unidade para a formalização do mandado de prisão.
Segundo o boletim de ocorrência, o empresário ligou para um escritório de advocacia de Campinas , no interior paulista, e confessou ter matado a ex-companheira e a criança. Durante a ligação, indicou o endereço onde estavam os corpos.
Uma advogada do escritório procurou a Delegacia de Polícia de Cotia por volta das 19h para comunicar o relato. Policiais foram ao apartamento e encontraram os dois corpos em uma cama com sinais de asfixia.
Agentes apuraram no local que Almeida teria saído do condomínio em uma picape branca na noite desta terça.
A investigação também apura se Gabriela era mantida em cárcere privado antes de ser morta, pois a família dela havia feito um registro de desaparecimento às 18h40 de terça no 2º DP de Cotia (Granja Viana).
O caso é investigado como feminicídio e vicaricídio, quando o filho é morto para causar sofrimento à mãe.
"As investigações prosseguem para esclarecer todas as circunstâncias dos crimes", diz a Secretaria da Segurança Pública, em nota.