PL, PP e Republicanos vão governar 64% dos brasileiros nos estados

O presidente reeleito, Lula (PT), deve conviver com uma base de governadores mais à direita. PL , o PP e o Republicanos , partidos alinhados ao bolsonarismo, vão governar 14 estados onde vivem 138 milhões de brasileiros, o equivalente a 64%

Por Admin ·

PL, PP e Republicanos vão governar 64% dos brasileiros nos estados

Com as vitórias no primeiro turno em São Paulo , Minas Gerais e Mato Grosso, e no segundo turno no Espírito Santo, o Republicanos será a legenda que mais vai governar brasileiros nos estados.

A partir de 2027, serão 75,7 milhões de brasileiros governados pelo partido que surgiu em 2005 como braço político da Igreja Universal do Reino de Deus e que, com o tempo, foi diversificando seus quadros.

O PL, por sua vez, vai governar 51,2 milhões de brasileiros em seis estados: Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, Rondônia e Roraima. A legenda ainda disputou o segundo turno no Amazonas, mas a candidata Maria do Carmo Seffair (PL) foi derrotada por Omar Aziz (PSD).

Na sequência, o PT será o partido que mais vai governar brasileiros nos estados. São 31 milhões de pessoas na Bahia, Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte.

PSD, PP, Podemos, MDB e PSDB aparecem em seguida como as legendas que vão liderar mais brasileiros nos estados entre 2027 e 2030.

Aliados de Flávio Bolsonaro ( PL ), derrotado na disputa pela Presidência, venceram as eleições para governador em 15 estados e no Distrito Federal. Além dos estados que serão governados por PL, PP, e Republicanos, aliados do senador venceram em Goiás, com Daniel Vilela (MDB), e Pará, que elegeu Dr. Daniel (Podemos).

Entre os aliados de Flávio que foram eleitos estão governadores que comandam grandes colégios eleitorais, caso de Tarcísio de Freitas ( Republicanos ), em São Paulo, Cleitinho (Republicanos), em Minas Gerais, Luciano Zucco (PL), no Rio Grande do Sul, e Sergio Moro (PL), no Paraná.

Também foram eleitos já no primeiro turno Otaviano Pivetta (Republicanos), em Mato Grosso, Eduardo Riedel ( PP ), em Mato Grosso do Sul, Jorginho Mello (PL), em Santa Catarina, Dr. Daniel (Podemos), no Pará, Arthur Henrique (PL), em Roraima, e Marcos Rogério (PL), em Rondônia.