Consultada, a estatal não confirmou o número e disse que só vai anunciar o reajuste no dia 1º de novembro.
Apesar da subida de preço, esta será a elevação mais suave (de apenas um dígito) desde julho, quando a petroleira reduziu o QAV.
Se a nova alta se confirmar, o preço do litro do combustível para as distribuidoras vai aumentar dos atuais R$ 6,24 para R$ 6,69, contribuindo ainda mais para pesar nas contas das companhias aéreas.
Segundo representantes do setor, os reajustes recentes no combustível fizeram com que a participação do QAV nos custos das companhias aéreas subisse para 45% do total das despesas operacionais. Antes da escalada de preço, esse percentual era de 32%.
O combustível tem subido conforme os conflitos no Oriente Médio se acirram. Desde março, após os Estados Unidos e Israel atacarem o Irã, o QAV acumula alta de 90%, segundo a Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas).
Já o contrato do petróleo tipo Brent, que serve de referência para a Petrobras, sobe quase 60% no período, para os atuais US$ 114 o barril.