Com a reeleição de Lula , a esquerda continua no comando de uma das maiores economias latino-americanas, ao lado do México . E foi justamente a presidente mexicana, Claudia Sheinbaum , uma das primeiras a se manifestar nas redes sociais. A mensagem dela foi direta: "Viva a democracia, o povo do Brasil venceu." Em Cuba , o presidente Miguel Díaz-Canel classificou o resultado como uma "vitória histórica" e disse que o Brasil pode contar com os cubanos para fortalecer a integração regional. No Uruguai , o presidente Yamandú Orsi chamou Lula de "amigo" e o parabenizou pela "festa democrática". Na Venezuela, o governo afirmou que os brasileiros deram uma demonstração de participação cívica e democrática. Mas as mensagens vieram também de governos ideologicamente mais distantes de Lula. No Chile , o presidente ultradireitista José Antonio Kast parabenizou Lula. Ele disse ter conversado com o presidente por telefone, destacando que os dois países têm "muito futuro em comum" na cooperação econômica e no combate ao crime organizado.
No Paraguai, Santiago Peña classificou a eleição brasileira como uma "grande jornada democrática". No Peru , a presidente recém-eleita Keiko Fujimori também parabenizou Lula e falou em "fortalecer a aliança estratégica" entre os dois países. A cooperação também está na mensagem do Equador. O presidente Daniel Noboa disse que a região tem desafios parecidos e que cooperar com Lula é o caminho para enfrentá-los. Enquanto isso, na Argentina , o presidente Javier Milei —que apoiou Flávio Bolsonaro na campanha eleitoral —evitou comentar a vitória de Lula.