A decisão foi assinada neste sábado (24), mas tornada pública no domingo (25), dia do segundo turno das eleições presidenciais. O filho do ex-presidente, Flávio Bolsonaro (PL), disputa o cargo com Lula (PT).
Ao atender a um pedido da defesa de Bolsonaro, Moraes afirmou que o período de suspensão de visitas, sanção aplicada depois que o ex-presidente descumpriu ordens judiciais, se encerrou no dia 11 de outubro
"Ressalto que todas as visitas devem observar as medidas de segurança e as determinações legais e judiciais anteriormente fixadas", escreveu o ministro, em referência a restrições como o uso de celular.
As visitas vão ocorrer às quartas-feiras, às 19h30. O grupo autorizado a visitar Bolsonaro em casa, onde ele cumpre prisão domiciliar pela tentativa de golpe de Estado, é composto por 13 pessoas.