A avaliação é que será mais fácil garantir a aprovação dos nomes no atual Congresso do que na próxima legislatura, quando o Senado terá mais parlamentares de oposição.
Nas agências, Lula terá direito a indicar ao menos 20 nomes em espaços que hoje estão ocupados por interinos ou que vagam até o final deste ano.
Há posições abertas na Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) e ANM (Agência Nacional de Mineração), entre outras.
O petista também estuda se fará ao menos uma indicação ao STF (Supremo Tribunal Federal) ainda neste ano. Lula sabe que não terá vida fácil a partir de 2027, e por isso quer aproveitar a atual legislatura para aprovar um nome à Suprema Corte.