Além disso, jornais destacaram que Lula vai ter que lidar com um Congresso hostil, onde o PL conquistou as maiores bancadas. Para o espanhol "El País", o grande desafio será preparar a esquerda para um país bem diferente daquele que Lula governou pela primeira vez .
O italiano "Corriere della Sera" diz que a "virada histórica" que elegeu Lula mantém o Brasil como um dos últimos bastiões da esquerda na América Latina . E chama o petista de "líder incontestável da esquerda brasileira e global".
E o também italiano "La Repubblica" observa que "os Estados Unidos , sob a influência de Donald Trump, estavam prestes a fincar mais uma bandeira na América Latina", o que não se concretizou. Um texto opinativo do alemão "Süddeutsche Zeitung" afirma que "é uma sorte para o Brasil e para o resto do mundo que o candidato da ultradireita tenha perdido as eleições". Mas ao mesmo tempo questiona se "um quarto mandato do Lula fará, de fato, bem ao país". O "The Guardian" menciona que "a vitória de Lula é uma má notícia para Jair Bolsonaro, que esperava ser libertado e ganhar um cargo no governo, caso seu filho tivesse saído vitorioso". E que também é um "golpe para Donald Trump , o aliado internacional mais importante do clã Bolsonaro."