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Amoêdo criticou os dois candidatos e afirmou que a disputa foi marcada pela rejeição aos adversários, em vez do debate de propostas. Sobre Lula, citou críticas à condução das contas públicas, à polarização política e às indicações para o STF (Supremo Tribunal Federal).
Em relação a Flávio, questionou sua trajetória como senador e mencionou suspeitas envolvendo rachadinha e lavagem de dinheiro, além de sua proximidade com integrantes da milícia e com golpistas.
"Lula, se eleito, fará seu último mandato, sem nenhum sucessor definido, tem um vice-presidente com comprovada experiência na gestão pública e, apesar de ter a oportunidade de indicar membros do STF, encontrará forte oposição no Senado . Flávio, diferentemente, poderá se candidatar à reeleição, tem um vice-presidente desconhecido, terá uma Câmara e um Senado extremamente favoráveis e aliados comandando os principais estados brasileiros", afirma Amoêdo.
Ele disse ainda que será oposição a qualquer um dos dois que vier a ser eleito. "Entre a irritação com um novo governo Lula e o risco que representa um governo Bolsonaro, fico com a primeira opção", escreveu.
Ele declarou apoio a candidatos no segundo turno também em 2018, quando escolheu Jair Bolsonaro (PL), e em 2022, quando deu suporte a Lula contra o bolsonarismo.