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Intitulado "Jews and Non-Jews for Brazilian Democracy" (Judeus e Não-Judeus pela Democracia Brasileira), o texto foi idealizado pela psicóloga Lia Vainer Schucman, pela filantropa Ines Mindlin Lafer, pelo sociólogo Michel Gherman e pelo antropólogo e publisher da Companhia das Letras Ricardo Teperman, que integram o coletivo JJpD (Judias e Judeus pela Democracia).
Entre os signatários do exterior estão ainda a historiadora Marianne Hirsch, a quadrinista Nora Krug , o jornalista Peter Beinart, a filósofa Susan Neiman e o historiador Leo Spitzer.
No Brasil, assinam o manifesto, entre outros, o editor Luiz Schwarcz, a historiadora Lilia Schwarcz, o músico Arthur Nestrovski, a escritora Natalia Timerman, o antropólogo Marcio Goldman, a filósofa Déborah Danowski e o pesquisador Kauê dos Santos Lopes.
O texto afirma que a eleição representa um teste para a democracia e alerta para os riscos de uma vitória de Flávio Bolsonaro ( PL ). Os autores criticam o governo de Jair Bolsonaro (PL) e apontam ataques a grupos minoritários, à ciência e à imprensa, além da tentativa de deslegitimar o sistema eleitoral e da participação nos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.