O plano prevê ainda a reconstrução de cinco casas e a reforma de cerca de 200 moradias. Os trabalhos serão feitos por etapas e devem terminar em janeiro de 2027.
Segundo Silvio Vasconcellos, diretor de Engenharia e Obras da CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano), a retirada das estruturas será manual devido à forte inclinação do terreno e à proximidade entre as construções. A técnica visa reduzir o risco de desabamento de imóveis vizinhos. O trabalho deve durar cerca de dois meses, até o fim do ano.
A Sabesp pagará pelos serviços, enquanto a CDHU ficará responsável pelo acompanhamento e pela fiscalização das obras.
A segunda etapa prevê a reconstrução de cinco casas e reparos em telhados, paredes e instalações hidráulicas e elétricas, além de melhorias de ventilação e vedação. A gestão Tarcísio de Freitas (Republicanos) prevê iniciar os serviços até o fim deste ano.
"Os moradores poderão permanecer nas casas durante as obras, com saída temporária apenas quando alguma intervenção impedir a permanência no local", diz Vasconcellos.
O projeto também inclui a criação de praças e áreas verdes. A proposta ainda passa por estudos urbanísticos e geotécnicos.