A polêmica começou em 21 de setembro, quando uma conta anônima no X afirmou ter submetido o romance ao Pangram, programa de detecção de IA . "Testamos vários trechos, de diferentes partes do manuscrito, e obtivemos quase sempre o mesmo resultado: 100% IA.", dizia a publicação.
Dois dos responsáveis por essa conta foram posteriormente identificados como Samuel Fitoussi, colunista do jornal francês Le Figaro, e Pierre-Thomas Eckert, pesquisador da universidade espanhola Villanueva.
A acusação ganhou repercussão na imprensa francesa, com diferentes veículos divergindo sobre o possível uso de IA na obra.