A revista britânica The Economist publicou uma reportagem na quarta-feira (21) na qual afirma que o segundo turno da eleição brasileira será provavelmente o mais acirrado desde a redemocratização do país.
A reportagem questiona em seu título: "Será que Lula , agora um azarão, ainda tem um última carta na manga".
O texto afirma que "nenhum candidato que perdeu o primeiro turno conseguiu, até hoje, vencer o segundo", mas que Lula "se recusa a ser derrotado", mesmo tendo ficado atrás de Flávio Bolsonaro ( PL ) na votação do primeiro turno.
O senador aparece um ponto à frente do presidente nas intenções de voto para presidente no segundo turno, de acordo com o Agregador de Pesquisas da BBC News Brasil.
"Será que ele consegue, agora, protagonizar uma reviravolta?", questiona a Economist.
A revista afirma que, desde a derrota "desastrosa" no primeiro turno, Lula tomou "medidas drásticas", como apoiar a redução da maioridade penal para crimes graves , pressionar o Congresso para aprovar o fim da escala 6x1 e prometeu o perdão da dívida de pequenas empresas e transporte público gratuito nos finais de semana.
Além disso, a revista lembra que o governo Lula reajustou o valor do Bolsa Família e proibiu as apostas esportivas .