Mas há restaurantes localizados em regiões menos frequentadas, que também valem a visita. Os cardápios destacam pratos tradicionais, receitas adaptadas e comidas de rua. Conheça dez lugares a seguir.
Jung Jib As receitas que Priscila Jung compartilhava nas redes sociais ganharam um restaurante próprio, instalado numa casinha ("jib") na Santa Cruz. Ela destaca as comidas de rua coreanas, a exemplo do corn-dog (R$ 25), servido no espeto com salsicha (que pode ser de porco com queijo ou de soja) envolta em massa empanada com panko. O kim mari é um enroladinho de macarrão de amido de batata-doce e vegetais envoltos em alga nori, empanado e frito (R$ 30; quatro unidades). R. Padre Machado, 264, Santa Cruz, região sul, WhatsApp (11) 91548-5378. @jung_jib__
Komah Fundado pelo chef Paulo Shin há dez anos, ajudou a popularizar a gastronomia coreana na cidade. Receitas tradicionais ganham um toque contemporâneo, servidas numa casa fora do agito, na Barra Funda. A dica é pedir o menu-degustação de cinco etapas (R$ 150 por pessoa) para provar os carros-chefe. Uma seleção de banchans (acompanhamentos), como kimchi , abre a refeição. O ponto alto é o samgyeopsal, pancetta assada e glaceada ao molho gochujang para enrolar numa trouxinha com arroz e alface e comer com as mãos. R. Cônego Vicente Miguel Marino, 380, Barra Funda, região oeste, WhatsApp (11) 92667-0181. @komahrestaurante
Conheça 10 restaurantes coreanos fora da rota do Bom Retiro e Liberdade
Quando bate a vontade de provar comida coreana, logo vem à mente os restaurantes do Bom Retiro , bairro que concentra a maioria da comunidade coreana na cidade de São Paulo . Ou a Liberdade , que reúne cozinhas de diferentes países asiáticos, como a Coreia do