Tentou a sorte como um produto adolescente pré-fabricado, como uma voz contratada da música dançante e como uma autora excêntrica. Larsson era famosa, mas talvez não de um jeito que realmente marcasse.
Foi somente no último ano, ao combinar sua competência técnica como cantora e dançarina com sua irreverência mais extravagante no palco e nas redes sociais, que as coisas realmente começaram a dar certo para Larsson, hoje com 28 anos.
A edição deluxe "Girls Trip" de seu álbum de 2025, "Midnight Sun", deu vida nova a várias de suas músicas, incluindo colaborações com Tyla, Kehlani e Shakira. Seu single de 2015, "Lush Life", também ganhou novo fôlego graças a coreografias no TikTok, atingindo seu auge no pop.
E a versão remix de "Stateside", de PinkPantheress, foi usada pela medalhista de ouro Alysa Liu em uma apresentação de patinação artística nos Jogos Olímpicos de Inverno de 2026.
"Aconteceram coisas na cultura das quais fiz parte, algo que eu nunca tinha realmente vivenciado antes", disse Larsson no Popcast, programa de bate-papo sobre cultura pop do The New York Times.
Todos esses momentos, em conjunto, levaram Larsson de figura coadjuvante do pop a superstar de verdade. E isso aconteceu bem a tempo.