A campanha cita, por exemplo, a decisão que restringiu a distribuição de conteúdos do deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) e do influenciador Pablo Marçal .
O corregedor-geral eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, determinou restrições à recomendação de postagens dos dois e impediu que eles publiquem conteúdo falso sob pena de multa de R$ 100 mil.
Em comparação, a campanha de Flávio cita determinações da Justiça liberando o canal "Exército do Lula ". A última liminar foi concedida pelo ministro Floriano Peixoto, que impediu a suspensão do canal.
Além disso, bolsonaristas dizem que, ao receber ação apresentada por Flávio contra o deputado André Janones (Rede-MG), responsável pelo grupo, o ministro não preservou dados sobre impulsionamentos, que chegavam a R$ 1,37 milhão.