" Kassio e Mendonça propõem proibir canais de WhatsApp políticos nas 48 horas antes do segundo turno " (Política, 21/10). "É golpe": a esquerda só sabe falar isso desde o impeachment da Dilma! Felipe Ribeiro (Curitiba, PR)
As redes sociais são um poder paralelo perigoso, que as democracias no mundo precisam regular. Especialmente no que podem fazer os algoritmos, ferramentas invisíveis concentradas nas mãos de empresas. E falo por tudo o que temos visto, como a enorme influência desse tipo de mídia na eleição do Congresso. Altair Morae s (Rio de Janeiro, RJ)
Criar uma nova regra para prejudicar um dos lados é golpe. Vergonha! Inquestionável censura! Maria Amélia Nardy Pereira (São Paulo, SP)
A restrição a 48 horas da votação afronta a Constituição, que veda mudanças no processo eleitoral a menos de um ano do pleito para garantir segurança jurídica. Alterar regras sob pretexto normativo expõe nítido casuísmo: a medida desidrata diretamente a maior força de mobilização digital do momento, o "Exército do Lula", convertendo a jurisprudência do TSE em ferramenta de conveniência político-eleitoral. Jhonatan Coelho (Matão, SP)
" 18 integrantes da gestão Bolsonaro respondem na Justiça ou são investigados; governo Lula tem 6 casos " (Política, 21/10). Não há como comparar perseguidos políticos com corruptos que desviaram dinheiro do contribuinte da saúde, da segurança e da educação. Que a Folha apresente escândalos de corrupção na gestão Bolsonaro! Gilberto Silva (Rio de Janeiro, RJ)
Parece piada: o governo que se coloca como inimigo da corrupção é justamente o que mais acumula investigados por fraudes e corrupção. A retórica da honestidade serve para enganar o eleitor ou para cobrar coerência de quem governa? Lucas Alpoim de Araújo (Belo Horizonte, MG)
Prefiro uma suposta tentativa de golpe à corrupção generalizada. Arnaldo Facciotti (São Paulo, SP)
" Flávio Bolsonaro diz que abre sigilo se Lula abrir o de Marcola, e campanha formaliza condição ao TSE " (Política, 21/10). Num Estado Democrático de Direito, os postulantes ao cargo mais alto do país nem deveriam ter sigilo mesmo. O povo precisa que seu mandatário pareça e seja honesto. Se vão usar milhares de laranjas, aí é outra história. De toda forma, cada um pede para o seu político de estimação aí para abrir o sigilo. Mal não vai fazer. Ou vai? Sergio Santos (Campo Grande, MS)
" Professores e alunos da USP cobram checagem em tempo real no debate da Globo " (Mônica Bergamo, 20/10). Não sei por que a mídia tão avançada nunca fez essa checagem ao vivo. As emissoras não podem deixar os telespectadores no limbo das mentiras. Sou pela checagem em tempo real! Terezinha Rachid Ozorio da Fonseca (Bom Jardim de Minas, MG)
Ideia excelente! Estimulante para os candidatos, para o eleitorado e para a democracia. Contribui para o combate à premeditação da desinformação em massa e para o jornalismo profissional. Roberto J. C. Araujo (São Paulo, SP)
" Primata peçonhento volta a ser registrado cientificamente após quase um século " (Ciência, 21/10). Fiquei feliz com a notícia. A natureza é linda demais! Cada bichinho preservado é uma vitória! Ana C. Araruna Melo (Brasília, DF)
Linda reportagem! Ronaldo L. Gonçalves (Brasília, DF)
" Uso de IA, reajuste para servidores, concursos e privatizações colocam Lula e Flávio em lados opostos " (Economia, 20/10). A IA pode aumentar a produtividade do setor público, substituindo atividades repetitivas. Mas continuaremos precisando de profissionais habilitados e valorizados para fazer andar a máquina pública e atender a população. É preciso sair dos extremos e apostar no que funciona. Anna Rodrigues (Vitória, ES)
O maior risco é que a modernização administrativa seja utilizada como instrumento de redução de despesas com pessoal, e não para melhorar a qualidade dos serviços. A IA pode comprometer a proteção das carreiras, provocar perda de capacidade técnica, insegurança funcional e deterioração dos serviços prestados à sociedade. O povo quer mais empregos. Franklim Araújo (Fortaleza, CE)
" Rombo de R$ 266 milhões na Justiça Federal ameaça salário de servidores " (Economia, 6/10). É inaceitável atribuir aos servidores o déficit da Justiça Federal enquanto despesas da magistratura não recebem o mesmo escrutínio. O AQ é previsto em lei e no orçamento. Documento do TRF4 registra R$ 159,1 milhões ligados às novas diretrizes remuneratórias da magistratura, sem esclarecer se incluem os "penduricalhos da magistratura". O déficit deve ser apurado com igual rigor e transparência. Servidores não podem pagar essa conta! Lucena Pacheco Martins , presidente do Sisejufe (Rio de Janeiro, RJ)