O senador afirmou ter feito uma campanha limpa e explorou o endividamento e a insegurança pública. Já o presidente atribuiu ao povo as manifestações em seu apoio, que chamou de "inexplicáveis", e voltou a dizer que a sociedade não permitirá um "miliciano no comando do Palácio do Planalto".
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No Rio de Janeiro, Flávio votou na escola municipal Barão Homem de Mello, em Vila Isabel, na zona norte da cidade. "Muito feliz com a campanha desse segundo turno, uma campanha alegre e limpa. Chegou a hora da mudança, o Brasil não aguenta mais, a vida de todo mundo piorou", disse.
Em discurso de um minuto, sem responder a perguntas, ele voltou aos temas que usou contra o adversário ao longo da campanha. "A esperança virou medo, de andar à noite na rua, ter o celular, a moto roubados, medo da geladeira vazia, de não pagar as contas. A gente tem toda condição de montar um grande time. Quero pedir que faça chuva ou faça sol, saiam de casa para votar."
Flávio chegou acompanhado da mulher, Fernanda Bolsonaro, da mãe, Rogéria, e do governador eleito do Rio, Douglas Ruas (PL). Cerca de 20 apoiadores o saudaram na rua Almirante João Cândido Brasil, mas o candidato também foi hostilizado por parte da vizinhança e de eleitores do local.