O exército de Lula foi uma milícia. Uma forma de assédio moral. Tendo vencido Flávio ou Lula, a única diferença é o tipo de degradação do país. Essa degradação se dá pela miséria moral dos nossos líderes, materializada na delinquência da cultura política e no descuido com a sociedade.
Se Flávio tiver vencido, haverá uma mudança de guarda nas gangues de Brasília. Se o Lula for para o quarto mandato, o PT aprofundará ainda mais seus tentáculos no poder corrompido do país.
Diante de um candidato com ares de perdido, obrigado a viver num mundo de adultos, permeado por escândalos, com histórico de vínculo com a milícia carioca e cercado por uma turba de furiosos nada inteligentes, ou, por outro lado, de um candidato e seu partido-gangue, que tem mantido o país sob sua tutela corrompida há quase 20 anos, as lágrimas deveriam ser a resposta mais justa para o funeral do Brasil que está diante de nossos olhos.
Falar em reeleger Lula depois de tantos anos é recusar ver como qualquer candidato ou partido no poder, por tanto tempo, terá necessariamente aparelhado a máquina do Estado quase ao ponto de não retorno.