A missão contou com o apoio da aeronave E-99, conhecida como avião-radar, que dispõe de sistemas avançados capazes de detectar tráfegos aéreos mesmo em baixas altitudes e em regiões remotas.
O alvo da interceptação era um Cessna branco que voava sem plano de voo e com matrícula não identificada. Essas condições levaram à aplicação das medidas de policiamento destinadas a coibir voos ilícitos, em ações integradas com órgãos de segurança pública.
Ao perceber a aproximação das aeronaves da FAB, o piloto do avião suspeito realizou um pouso forçado, incendiou a própria aeronave e fugiu do local. O pouso ocorreu em uma região próxima ao município de Juara, no noroeste de Mato Grosso , a cerca de 550 quilômetros de Cuiabá.
A operação foi realizada em coordenação com a Polícia Federal e acompanhada pelo piloto do caça. Segundo a FAB, a Força mantém atuação ininterrupta para garantir a soberania do espaço aéreo brasileiro e a segurança da navegação aérea.