Fiquei pensando o quanto uma ação ambiental marca a vida de uma criança. A minha marcou profundamente, não à toa, desde os 7 anos dizia que queria "salvar o planeta".
Quando aprendemos sobre educação ambiental , entendemos a importância de preservar a natureza, sobretudo águas, florestas, rios e mares.
Falando em mar, além de todos os benefícios de biodiversidade , de ser a base da cadeia alimentar de boa parte da população em alguns países e de ser o maior regulador térmico global, o oceano carrega 80% de tudo que recebemos e importamos.
Sua relevância vai além: ele é a passagem pela qual dados trafegam em cabos submarinos. Sim, ele está presente em momentos que sequer imaginamos.
Não obstante, ele tem ganhado espaço em fóruns nacionais e internacionais. Do campo às conferências internacionais, o oceano impõe perguntas sobre como protegê-lo, que poderiam ser feitas por uma criança, e que ainda temos dificuldade em responder.
Em 2024, na última Conferência da Década do Oceano, em Barcelona , o Pacto Global da ONU – Rede Brasil discutiu como descarbonizar e fazer uma transição justa. Hoje, celebramos uma conquista histórica dentro de casa: o Inventário Nacional de Resíduos acaba de ultrapassar a marca de 100 mil itens catalogados.